sexta-feira, 19 de outubro de 2012

"A Música funde todas as partes separadas do nosso corpo em uma só"

Anaïs Nin, quem é você?
Adoro esseu olhar blasé
Eu, que sei que não vi quase tudo
Nem mesmo os déjà vu que já vi
Só vi sua frase em qualquer lugar no mundo
No virtual mundo d@ internetédio
Nu, mudo e líquido, escorro pelas cordas do violão, pelos versos da canção, pelo timbre do timbal, pela lua do luau e pelos lábios da cantorardente
Num átimo, os meus átomos dançam, pulam e ululam no ritmo e no tom do istmo do som que conecta o meu corpo continente à minha incontinente mente

Inteiro, íntegro, intrigado, instigado, invado o ínterim deste improvável insulto ao surto do luto.
Pois, sim, claro, está óbvio e claro que tudo o que proponho não pode ser equivalente a, simplesmente, nada que eu não sonho.
De verdade, de ver a vaidade deveras desgostosa, desprezível e destrutiva, concluo que o que aquele ser-no-instante-e-espaço-do-ser-si soube dizer foi-será-é acertadamente, ElieWieselmente, infalivelmente, provavelmente, puresimplesmente, exatamente isso mesmo: "O único poder ao qual o humano deveria aspirar é o que ele exerce sobre si mesmo"